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2 de junho de 2015
Avaliação  53 (3)
D.O.M. cai, mas continua entre os 10 mais!
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O restaurante D.O.M. comandado pelo chef Alex Atala caiu duas posições na lista dos 50 melhores da revista Restaurant e foi para o nono lugar no prêmio "World´s 50 Best Restaurants".
 
Segundo o próprio site do prêmio, o restaurante inovador de Alex Atala em São Paulo ajudou a colocar a gastronomia da América do Sul e, em particular a cozinha indígena e da Amazônia do Brasil, no mapa culinário internacional, elevando o reconhecimento da comida do país até um nível que poucos sonharam possível há alguns anos atrás.

O chef também é historiador e botânico. Atala tornou-se num defensor da sustentabilidade e da prática da ética graças a suas viagens à Amazônia para tentar os ingredientes que podem entrar no seu cardápio. Por exemplo, hoje ele é dono de uma área da Amazônia onde moram de 30 a 40 famílias em paz. Apesar de estar entre os 10 mais, o chef não compareceu a premiação em Londres.




Mais Brasil entre os top 50!
 
Outro brasileiro aparece na lista. É o Maní, também de São Paulo, da chef Helena Rizzo, que está na 41ª posição. O site do prêmio adjetiva a chef como a poesia da culinária brasileira.
 
Helena Rizzo conheceu o marido quando trabalhava no El Celler de Can Roca, eleito o melhor restaurante do ano e criou com ele um lugar como nenhum outro no país. O Maní é um restaurante requintado com um toque casual e espírito feminino. Apesar de ser descontraído, os pratos aqui são tecnicamente perfeitos e expressam a complexidade da natureza brasileira em toda a sua diversidade.

No Maní, os alimentos confortantes e as ideias de vanguarda formam uma mistura que são a origem de alguns dos pratos considerados emblemáticos da culinária brasileira contemporânea: as bolinhas de feijoada, os nhoques de mandioquinha com “dashi” de tucupi e os famosos maniocas - um prato que homenageia aos tubérculos do país.

A alma multicultural do restaurante é um forte elemento que define a realidade de São Paulo e a história dos dois chefs. O seu nome em homenagem à deusa indígena da mandioca é apropriado para um templo da culinária brasileira.

(Foto: Rubens Kato/Divulgação)

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