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3 de março de 2016
Avaliação  51 (1)
Índice CEAGESP sobe 2,53% em fevereiro
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O Índice de Preços CEAGESP encerrou fevereiro com alta de 2,53%. No primeiro bimestre, a alta acumulada é de 5,46%. Legumes e verduras registraram ligeira retração. Os demais setores apresentaram elevação dos valores praticados.
 
Historicamente, janeiro e fevereiro contam com majorações de preços em razão, principalmente, do excesso de chuvas e altas temperaturas. Nesse início de ano, os problemas foram agravados pelas chuvas ocorridas no final de 2015. Tal cenário difícil, porém, está com os dias contados.
 
Ao que tudo indica, os transtornos causados pelas condições climáticas deverão perder força a partir de agora. Alguns legumes e verduras já apontaram recuperação durante fevereiro. Assim, a tendência é de aumento da oferta e melhora na qualidade, principalmente da segunda quinzena de março em diante, quando a maioria dos valores deverá iniciar processo de retração.




 
MOVIMENTAÇÃO – Em fevereiro, o setor de frutas registrou aumento de 4,72%. As principais elevações foram do mamão formosa (50,1%), mamão papaia (41,2%), caju (30,1%), uva itália (28,5%), uva rubi (26,4%) e melão (25,5%). As principais quedas ocorreram com figo (-27,9%), maracujá azedo (-22,2%), maracujá doce (-18%), pera estrangeira williams (-13,4%) e ameixa estrangeira (-10%).
 
O segmento de legumes teve queda de 0,71%. As principais baixas ficaram por conta do pepino japonês (-44,1%), abobrinha italiana (-37,2%), vagem macarrão (-24,1%), tomate (-21,8%) e cará (-21,4%). As principais altas foram do chuchu (66,4%), pimentões verde (42,2%), amarelo (36,6%) e vermelho (34,1%), cenoura (36,3%) e pimenta cambuci (22%).
 
As verduras recuaram 4,07%. Coentro (-43,9%), almeirão (-21,5%), escarola (-16,3%), mostarda (-16,1%), brócolos (-15,7%) e repolho (-11,7%) apontaram as maiores retrações. Em contrapartida, as elevações mais significativas ficaram a cargo da erva-doce (74,2%), acelga (28%), salsa (27,9%), cebolinha (17,5%) e alho porró (7,3%).    
 
O setor de diversos (alho, batata, cebola, coco seco e ovos) subiu 3,43%. Os principais aumentos foram do coco seco (19,3%), ovos brancos (16,7%), canjica (10,2%) e batata lisa (3,5%). Acusaram as principais quedas a batata comum (-5,4%) e a cebola nacional (-2,8%).    
 
Os pescados tiveram alta de 1,36%. As maiores elevações ficaram por conta da betarra (14,5%), camarão ferro (13,5%), salmão (9,1%) e anchovas (9%). Lula (-22,2%), robalo (-21,3%), namorado (-17,1%) e abrótea (-4,3%) apresentaram as principais quedas.  
 
ANÁLISE DO PERÍODO – O volume comercializado no Entreposto Terminal São Paulo (ETSP), que havia registrado redução de 11,94% em janeiro passado, ante o mesmo período de 2015, recuperou-se em fevereiro.
Com um dia a mais, esse volume, agora em fevereiro, foi de 273.880 toneladas — um aumento de 7,49% em relação a 2015, cuja movimentação no mesmo mês somou 254.787 toneladas.
 
 No acumulado do bimestre, foram negociadas 531.209 toneladas em 2016 face 546.996 no ano passado. Mesmo com a recuperação, a retração nos primeiros dois meses do ano foi de 2,89%.
 
Índice de Preços CEAGESP – Primeiro balizador de preços de alimentos frescos no mercado, o indicador traz a variação de preços no atacado do Entreposto Terminal São Paulo (ETSP) em relação a frutas, legumes, verduras, pescado e diversos. Divulgados mensalmente, os 150 itens da cesta foram escolhidos pela importância dentro de cada setor e ponderados de acordo com a sua representatividade. O índice foi lançado em 2009 pela CEAGESP, que é referência nacional em abastecimento.
 
Fonte: Ceagesp

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