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4 de janeiro de 2016
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Carnes processadas e carnes vermelhas
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Em outubro deste ano, a Organização Mundial da Saúde (OMS) classificou o consumo exagerado de carnes processadas e de carnes vermelhas como carcinogênicos tanto quanto o cigarro. A OMS informa que o consumo diário de 50g de carne processada ou 100g de carne vermelha aumenta em 18%  e 17%, respectivamente, o risco de desenvolver câncer.

O risco de desenvolver câncer na próstata, pâncreas e estomago também aumentou com o consumo excessivo destas carnes.
Este relatório da OMS não deve ser entendido como uma recomendação a dietas vegetarianas e similares, mas como um alerta para uma nutrição mais saudável, desestimulando o consumo diário de carnes vermelhas e processadas.




A mensagem do relatório é ratificar a presença de propriedades cancerígenas nas carnes processadas e carnes vermelhas e recomendar a moderação. Apesar de relacionar o consumo exagerado de carnes vermelhas e carnes processadas a um aumento real na incidência dos casos de câncer colorretal, este aumento parece pequeno, porém significativo.

É preciso cuidado mesmo no consumo moderado destas carnes, principalmente para quem possui historia familiar de câncer colorretal.
Estudos evidenciam que dependendo de características genéticas, mesmo ingeridas em quantidades menores que as presentes no relatório da OMS podem ser carcinogênicas.

As carnes processadas e seu potencial risco a saúde já é discutido há muitos anos pela comunidade cientifica. A sua relação com câncer é decorrente da presença de substâncias químicas como os nitratos e nitritos, que são adicionados ao produto pelas indústrias alimentícias. 
Em relação a carne vermelha, o potencial carcinógeno parece estar relacionado ao modo de cocção. Evidencias apontam que submeter a carne a altas temperaturas, como fritar, grelhar ou assar na brasa, gerariam agentes carcinógenos.

Fonte: CORE 

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