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28 de dezembro de 2015
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Exagerei na ceia, e agora?
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Para muitos o fim do ano é a época de se reunir os amigos e a família. Com isso, a comilança de Natal e Réveillon, com receitas nem sempre das mais leves, se estende por todo o mês, o que pode sobrecarregar o sistema digestivo. O gastroenterologista e coordenador do Centro de Gastroenterologia do Hospital 9 de Julho, Dr. Guilherme Andrade, alerta para os riscos desse exagero e dá dicas de como diminuir a sensação de indigestão.

O especialista afirma que o exagero pode causar, por exemplo, a intoxicação alimentar. “Ao contrário do que as pessoas pensam, a doença não é causada somente por comida estragada”, explica e complementa: “o excesso no consumo de gordura e açúcar também pode desencadear o mal-estar e a diarreia, sintomas típicos da intoxicação alimentar”, diz. Ainda segundo ele, é mais comum que o quadro ocorra em pessoas que não têm o habito de ingerir alimentos mais calóricos e gordurosos e possuem certa intolerância.




O especialista faz algumas recomendações:
  • Optar por alimentos mais leves, que não sejam industrializados. O peru, típico nessa época, por exemplo, pode ser comprado e preparado em casa com temperos leves e sem conservante.
  • É bom evitar também doces industrializados, refrigerantes, frituras, excesso de cafeína, molhos condimentados (pimenta, mostarda, molho inglês), maionese, molhos prontos, queijos gordurosos (amarelos) e chocolate em excesso.
  • Se possível é importante diluir as refeições em vários momentos do dia. “O ideal é comer porções reduzidas de três em três horas”, observa.
  • Outro exagero típico do período é o consumo de álcool. A melhor opção é beber com moderação, sempre ingerir água junto com a bebida alcoólica e dar intervalos. “O fígado precisa de um tempo para processar esse álcool, então é muito importante que esse espaçamento aconteça”, alerta o médico.
Mas, se mesmo com todas as dicas, você exagerou, ainda dá tempo de aliviar o mal-estar do dia seguinte. O médico orienta: “Em caso desse mal-estar, mantenha uma dieta leve com comidas quentes como sopas, caldos e legumes cozidos. É muito importante também manter a hidratação. Água, isotônicos, água de coco e sucos de frutas que não sejam ácidas, como uva, melão, goiaba e caju, são ótimas opções”, finaliza.

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